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Série "Aves da Chapada Diamantina"

Corrupião
O corrupião (Icterus jamacaii), também conhecido por sofrê ou concriz é uma ave bem chamativa pela sua plumagem laranja e seu canto melodioso. É uma espécie endêmica do Brasil e característica do Sertão Nordestino. É comum encontrar o corrupião na Caatinga pousado no topo de um mandacaru (Cereus jamacaru), cacto nativo do Brasil.
Aves da Chapada Diamantina é uma iniciativa da ilustradora Thais de Albuquerque e da ornitóloga Cristine Prates, criada para valorizar a biodiversidade da região por meio da arte. Juntas, elas criaram produtos que apresentam espécies endêmicas e comuns da Chapada Diamantina. As pinturas em aquarela, assinadas por Thais, foram feitas a partir de registros fotográficos de Cristine, que também assina os conteúdos das peças.
Aves da Chapada Diamantina é uma iniciativa da ilustradora Thais de Albuquerque e da ornitóloga Cristine Prates, criada para valorizar a biodiversidade da região por meio da arte. Juntas, elas criaram produtos que apresentam espécies endêmicas e comuns da Chapada Diamantina. As pinturas em aquarela, assinadas por Thais, foram feitas a partir de registros fotográficos de Cristine, que também assina os conteúdos das peças.

Beija flor de gravata vermelha
O beija-flor-de-gravata-vermelha (Augastes lumachella) é uma ave multicolorida, com vários tons de verde, cauda brilhante, capuz preto e uma gravata que reúne as cores do arco-íris. Existe apenas na Bahia, habitando os Campos Rupestres da porção norte da Serra do Espinhaço, sendo a Chapada Diamantina o principal ponto de observação. Se alimenta principalmente de néctar e uma das suas flores preferidas é o gervão (Stachytarpheta crassifolia), planta nativa do Brasil com distribuição restrita aos estados da Bahia e de Minas Gerais.
Aves da Chapada Diamantina é uma iniciativa da ilustradora Thais de Albuquerque e da ornitóloga Cristine Prates, criada para valorizar a biodiversidade da região por meio da arte. Juntas, elas criaram produtos que apresentam espécies endêmicas e comuns da Chapada Diamantina. As pinturas em aquarela, assinadas por Thais, foram feitas a partir de registros fotográficos de Cristine, que também assina os conteúdos das peças.
Aves da Chapada Diamantina é uma iniciativa da ilustradora Thais de Albuquerque e da ornitóloga Cristine Prates, criada para valorizar a biodiversidade da região por meio da arte. Juntas, elas criaram produtos que apresentam espécies endêmicas e comuns da Chapada Diamantina. As pinturas em aquarela, assinadas por Thais, foram feitas a partir de registros fotográficos de Cristine, que também assina os conteúdos das peças.

Beija-flor chifre de ouro
O chifre-de-ouro (Heliactin bilophus) possui um topete bipartido com as cores do arco-íris, uma gravata preta e uma cauda lindíssima que quando aberta lembra um leque. Habita as áreas abertas de Cerrado do Brasil. Se alimenta do néctar de uma grande diversidade de flores, sendo uma delas a crista-de-galo (Spigelia pulchella), exclusiva da Chapada Diamantina.
Aves da Chapada Diamantina é uma iniciativa da ilustradora Thais de Albuquerque e da ornitóloga Cristine Prates, criada para valorizar a biodiversidade da região por meio da arte. Juntas, elas criaram produtos que apresentam espécies endêmicas e comuns da Chapada Diamantina. As pinturas em aquarela, assinadas por Thais, foram feitas a partir de registros fotográficos de Cristine, que também assina os conteúdos das peças.
Aves da Chapada Diamantina é uma iniciativa da ilustradora Thais de Albuquerque e da ornitóloga Cristine Prates, criada para valorizar a biodiversidade da região por meio da arte. Juntas, elas criaram produtos que apresentam espécies endêmicas e comuns da Chapada Diamantina. As pinturas em aquarela, assinadas por Thais, foram feitas a partir de registros fotográficos de Cristine, que também assina os conteúdos das peças.
Aves Diversas

Pavó
Pavó (red-ruffed Fruitcrow Pyroderus scutatus), também conhecido como pavão-do-mato, pavô, pavoa, jacu-touro ou jacupiranga.
Aquarela sobre papel Montval 300g.
Aquarela sobre papel Montval 300g.

Surucuá-variado
Surucuá-variado (Trogon surrucura) ocorre em diversas regiões do Brasil, especialmente no sul e sudeste.
Aquarela sobre papel Montval 300g.
Aquarela sobre papel Montval 300g.

Cardeal
O Cardeal (Paroaria dominicana), também conhecido como galo-de-campina, cabeça-de-fita e cabeça-vermelha chama atenção pela cor intensa. Ocorre no sudest e nordeste, além de ser uma ave que tenho o privilégio de conviver diariamente, no meu quintal.
Aquarela sobre papel Montval 300g
Aquarela sobre papel Montval 300g

Rabo-de-arame
O Rabo-de-arame (Pipra filicauda) é uma ave pequena e que ocorre somente na Amazônia.
Aquarela sobre papel Montval 300g
Aquarela sobre papel Montval 300g

Siriema
Esta siriema (Cariama cristata) foi uma pintura encomendada por uma agência de turismo consciente que opera roteiros na Amazônia (Rio Tapajós, Rio Negro e vivências indígenas com os Yawanawa no Acre). A arte foi um presente para um cliente especial, observador de aves.
Aquarela sobre papel Montval 300g
Aquarela sobre papel Montval 300g

Galo da serra
O exótico galo-da-serra (Rupicola rupicola) foi uma pintura encomendada pela agência Turismo Consciente @turismoconsciente , que opera roteiros na Amazônia (Rio Tapajós, Rio Negro e vivências indígenas com os Yawanawa no Acre).
Aquarela sobre papel Montval 300g
Aquarela sobre papel Montval 300g
Pintura Acrílica

Auto retrato
Acrílica sobre tela. 20 x 20 cm. 2022.

Rolieiro-de-peito-lilás
Acrílica sobre tela. 20 x 20 cm. 2022.

Mulher e guarda-rios
Acrílica sobre tela. 40 x 20 cm. 2023.
Arquitetura

Casarão de Rio de Contas
Rio de Contas foi a primeira cidade planejada do país, apresenta praças e ruas amplas, igrejas barrocas, com edifícios da segunda metade do século XVIII e início do XIX. É uma das raras “cidades novas” coloniais, criada por Provisão Real, de 1745, que recomendava traçado regular e arquitetura capaz de garantir seu embelezamento.
Este casarão abrigava a cadeia mais temida de todo alto sertão da Bahia, que ficava no andar térreo, junto com a casa do carcereiro e do corpo-de-guarda. No segundo andar era o local da Câmara e da Audiência. O prédio presenta como particularidade o sino-do-povo, instalado na ombreira de uma das janelas do segundo pavimento.
Está localizado na Praça Senador Tanajura, antiga Praça da Matriz, com imensa visibilidade. Sem dúvidas, é o casarão mais fotografado da cidade.
2021.
Aquarela e nanquim sobre papel Montval 300g.
Este casarão abrigava a cadeia mais temida de todo alto sertão da Bahia, que ficava no andar térreo, junto com a casa do carcereiro e do corpo-de-guarda. No segundo andar era o local da Câmara e da Audiência. O prédio presenta como particularidade o sino-do-povo, instalado na ombreira de uma das janelas do segundo pavimento.
Está localizado na Praça Senador Tanajura, antiga Praça da Matriz, com imensa visibilidade. Sem dúvidas, é o casarão mais fotografado da cidade.
2021.
Aquarela e nanquim sobre papel Montval 300g.

Casarão de esquina
Desenho livre de casarão. Exercício do curso de desenho arquitetônico.
2022.
Aquarela e nanquim sobre papel Montval 300g.
2022.
Aquarela e nanquim sobre papel Montval 300g.

Casarão frontal
Desenho livre de casarão em perspectiva frontal. Primeiro exercício do curso de desenho arquitetônico.
Óbvio que puxei da memória os casarões históricos da minha cidade, Lençóis.
2022.
Aquarela e nanquim sobre papel Montval 300g.
Óbvio que puxei da memória os casarões históricos da minha cidade, Lençóis.
2022.
Aquarela e nanquim sobre papel Montval 300g.

Vidros e cores
Reprodução de um dos casarões de Lençóis, cidade tombada pelo IPHAN com casario datado do começo do século XX.
2020.
Aquarela e nanquim sobre papel Montval 300g.
2020.
Aquarela e nanquim sobre papel Montval 300g.

Janela
Reprodução de um dos casarões de Lençóis, cidade tombada pelo IPHAN com casario datado do começo do século XX.
2020.
Aquarela e nanquim sobre papel Montval 300g.
2020.
Aquarela e nanquim sobre papel Montval 300g.
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